Segurança da informação

Os riscos de segurança são tratados caso a caso, sem priorização, e a direção não sabe o que está protegido, o que não está e quanto isso importa.

Governança, gestão de riscos e arquitetura de segurança dão à organização critério para investir onde o risco é maior.

Desafios que vemos nas organizações

  • Não se sabe quais ativos e dados são os mais críticos.
  • Políticas e controles que existem no papel, mas não na rotina.
  • Exigências de clientes, auditorias e da LGPD sem uma resposta estruturada.
  • Plano de resposta a incidentes e de continuidade que nunca foi testado.
  • Investimento em ferramentas sem relação com os riscos priorizados.

O que fazemos e o que não fazemos

O que fazemos

  • Governança e políticas de segurança da informação.
  • Gestão de riscos de segurança.
  • Estruturação da proteção de dados pessoais (LGPD).
  • Resiliência: continuidade de negócios e recuperação de desastres.
  • Arquitetura de segurança.
  • Conscientização das equipes.

O que não fazemos

  • Operação contínua de segurança, como monitoramento 24 horas e resposta a incidentes em tempo real.
  • Testes de intrusão e outros serviços técnicos especializados.
  • Garantir a ausência de incidentes.

Como trabalhamos

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    Mapear

    Identificamos os ativos e dados críticos e os riscos que os ameaçam.

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    Priorizar

    Ordenamos os tratamentos por risco e por esforço.

  3. 3

    Estruturar

    Definimos governança, políticas e arquitetura de segurança.

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    Testar e revisar

    Exercitamos os planos e revisamos o conjunto periodicamente.

O que você recebe

  • Mapa de ativos críticos e de riscos.
  • Política e normas de segurança da informação.
  • Plano de tratamento de riscos, priorizado.
  • Arquitetura de referência de segurança.
  • Plano de resposta a incidentes e de continuidade.
  • Programa de conscientização.

Padrões e referências

  • Normas da família ISO/IEC 27000 como referência
  • NIST Cybersecurity Framework
  • Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
  • Gestão de riscos (como ISO 31000)

Referências de mercado usadas como base de trabalho. Citá-las não significa certificação nem parceria oficial.

Governança e indicadores de sucesso

  • Parcela dos ativos críticos com risco avaliado.
  • Riscos priorizados com tratamento em andamento.
  • Exercícios de continuidade e de incidentes realizados.
  • Pessoas treinadas.

Metas são definidas com você depois de medir a linha de base. Não prometemos resultado antes dessa medição.

Setores em que se aplica

  • Saúde
  • Serviços
  • Logística
  • Varejo e distribuição

Perguntas frequentes

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Conte o desafio e vamos entender se, e como, podemos ajudar.

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